Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

Histórias

Histórias!!!

 

Adoro histórias. O meu pai contava-me histórias que eu imaginava vivê-las quando crescesse. E cresci mas não as vivi.

 

Tantas histórias que a minha mãe contava, cantava como se fizessem parte de um disco, um disco já velho guardado no baú das recordações. Repetia as histórias que eu imaginava à minha maneira, mas não as vivi?! Lia, soletrava, imaginava também as personagem, alterava o seu fim mas continuava a contar e a cantar as suas histórias de encantar e de embalar. E como eu gostava delas!

 

Não vivi estas histórias mas desejava escrevê-las para que alguém as lesse aos seus filhos como as leram a mim.

 

Mas, para que escrever histórias se ninguém as lê?

 

Como o disco da minha mãe, guardado no baú, cheio de pó, também os livros estão submersos em pó nas estantes. Pois, já é bom existir uma estante em casa para guardar os livros ou vontade dos pais adquirirem livros, livros de histórias para educar os seus filhos.

 

E onde estão agora essas histórias que eu ouvi e muitas vezes vivi, vivi na minha imaginação?

 

 

 

Uma incógnita que só tu podes responder! Uma incógnita que niguém deseja responder para não ter de comprar um livro e contar as suas histórias, os seus ensinamentos aos filhos...

Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

o escritor...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

As ilusões

Tudo se esvai na certeza do incerto.

 

Os pensamentos obrigam-nos a deixar o sossego e a voar por cima das nuvens de algodão branco. Tudo parece perfeito enquanto não acordamos.

 

 

Os sonhos conduzem a nossa vida.

Ajudam a transpor os obstáculos que todos os dias assombram a nossa vida. São a energia do frágil corpo.

 

Por isso, sou um sonhador, sou um sonhador incompreendido, mas sou um sonhador. Sou sonhador porque não pretendo que o meu corpo esgote a sua energia. Preciso viver e sentir que vivo! Por isso, sonho. Ninguém interfere nos meus sonhos, eu tenho o comando. Sou o único senhor dos meus sonhos. Como é bom sonhar, mesmo quando estou acordado.

 

 

Vive a realidade, sonha, sonha porque sem sonhos a vida perde todo o sentido. Não são as palavras que nos ajudam a sonhar mas ajudam a reflectir.

 

 

Tudo é perfeito quando os sonhos são constantes. Nem todos se concretizam mas trazem dinamismo à nossa vida.

 

Vive para sonhar, sonha para viver.

Sábado, 3 de Maio de 2008

Ao Acaso sem Ocaso

"Ao Acaso sem Ocaso” (Abril de 2006) é uma obra poética que aborda inúmeros temas actuais, é uma forma diferente de encarar a realidade, é a magia das palavras, dos sentimentos, da verdade invisível, da sinceridade e da ingenuidade registadas num livro emocionante. Foi publicado pela Papiro Editora. (Prefácio da Professora Rosa Pais – Universidade de Vigo).

Cinco castanheiros e uma castanha

Cinco castanheiros e uma castanha” (Maio de 2004) é uma homenagem à capital da castanha: Sernancelhe (edição própria); pretende-se com esta obra mostrar a realidade dos homens que dedicam a sua vida à apanha da castanha. Mais que um livro com uma escrita poética, é sem dúvida um relato histórico narrado pelos olhos de um poeta.

O Olhar de um Peregrino (poesia irradiada de fé)

O olhar de um peregrino (Junho de 2004) é uma visão diferente do segundo santuário mariano mais visitado por peregrinos em Portugal (edição própria) – Prefácio de D. António dos Santos, Bispo de Aveiro. Mostra a realidade de um santuário, de um povo, de uma cultura e dos peregrinos que acorrem ao alto da serra da Lapa para visitar Nossa Senhora e para lhe pedir protecção ou simplesmente agradecer um milagre.

Realidades de Um Sonho (poesia)

“Realidades de um Sonho” (Maio de 2003) é uma obra que tem patente nos seus poemas os sonhos que todos possuímos e as vivências da adolescência (edição própria); esta obra torna-se num espelho para todos os leitores que se deixam levar pelos sonhos e pelas emoções do presente.

publicado por miguelamori às 16:28
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Nas margens de uma fé (uma obra histórica que conduz à fé)

Nossa Senhora das Necessidades: Nas margens de uma fé” (Novembro de 2006) relata a história de uma aldeia situada no distrito de Viseu. Na segunda parte, o autor destaca a história de um santuário mariano dedicado à Nossa Senhora das Necessidades (edição do Santuário). É a visão de um peregrino que deposita a sua fé nas mãos de Nossa Senhora, a Mãe de Cristo Redentor. O prefácio foi elaborado por D. Jacinto Botelho – Bispo de Lamego.

publicado por miguelamori às 16:27
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Parceria Escola-Família: uma relação vital (um livro sobre o ensino)

Resumo: estamos perante uma pequena reflexão sobre a relação que deve existir entre a escola e a família em prol do sucesso educativo dos discentes. O autor salienta a importância da relação que deve existir entre os actores do processo educativo.
É uma reflexão pertinente e actual sobre um tema tão badalado nos últimos tempo: a educação.
 “Parceria Escola – Família: uma relação vital” (Abril de 2005) é uma visão sobre a importância da relação Escola – Família no contexto da escola actual, a qual deve promover o sucesso das aprendizagens dos alunos; o objectivo deste pequeno livro é relembrar os intervenientes do processo educativo que sem o esforço conjunto não conseguiremos promover o sucesso das aprendizagens dos discentes (edição própria);

publicado por miguelamori às 16:26
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Bombeiro Como Nós - obra do escritor Miguel Amori

Nesta obra cruzam-se duas formas de entender a realidade vivida pelos Soldados da Paz através de histórias e de realidades que nos convidam a reflectir e a sentir mais intensamente os riscos vividos em todos os instantes por estes heróis mortais. Do passado ao presente, encara-se o futuro com outros olhos.

De um estranho rebentamento de um pneu aos momentos patenteados por uma corporação de Bombeiros Voluntários despedaçada, a um país de luto, fazem repensar qualquer um de nós.

Um livro realista que nos mostra o espírito solidário, a entrega gratuita, a disponibilidade permanente e os riscos vividos pelos Soldados da Paz. “Retrata vivências inamovíveis que prendem o leitor a um universo textual de emoções e sentimentos. Na sua afirmação, as atitudes, os gestos, os pensamentos, o sentir do narrador convergem para uma partilha emocional unificadora com o leitor” (do prefácio de Rosa Pais).

Uma justa homenagem, simplesmente.

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